
Excesso de normalidade nos contamina, nos envenena. E é isso o que o mundo lá fora quer, sorrateiramente nomarlizando a diversidade. Muitos discursos de "seja você mesmo" são somente até onde julgarem aceitável, tá? É preciso ser cada vez mais si mesmo até as últimas consequências. É preciso seguir adiante na vida com os pés firmes, um atrás do outro, como uma mulher! E não como tolinha de olhos vidrados. Ser doce (se for o caso) mas não dócil. É preciso ser esperta, sagaz. E para tudo isso é fundamental desenvolver a intuição, que nada mais é do que um relacionamento de amor e confiança com o nosso Self. Vem com a gente olhar aprender mais sobre como trilhar esse caminho! Vinheta: Mandril Audio. Imagem: Anne Spratt