
E vai ter conversa com episódio especial, sim!! Num país que destrói, invisibiliza e rejeita suas origens, em uma sociedade que violenta ideias e corpos que a constituíram, surge cada dia mais, reação a uma história embranquecida, por gestos que semeiam. Em julho, temos um mês inteiro dedicado à celebração da mulher negra. Sendo no 25 de julho o dia Dia da Mulher Negra Latino-americana e Caribenha e também marca o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra. Em mais um episódio gravado remotamente, hoje é Julho das Pretas do Vai ter conversa. Sim, sei que já estamos no dia 02 de agosto, mas não podíamos deixar de ter um episódio inteiro dedicado a este tema. E para um episódio especial, temos duas convidadas muito especiais. Hoje é o episódio da mulher preta e mulher artista. Estão aqui a Mel Nascimento @melnascimentomel, cantora negra e alagoana que começou sua carreira artística precocemente, aos 13 anos, experimentando o canto em corais. Força de Mulher é o nome do seu novo disco recém lançado e recebemos também a Isis Florecer @isisflorecer, poetisa, escritora e transativista alagoana. Seu também recente trabalho, Segunda Pele lançado pela editora Sapatilhas de Arame. Sentiram o poder? Comandam esse episódio @ticiane.simoes e @_elizabeth_caldas_ e @salbernardo Episódios disponíveis nos aplicativos de podcast e no nosso canal no youtube. ATENÇÃO!! No próximo e último episódio dessa temporada, faremos um especial sobre histórias de família durante a pandemia. E daí a gente quer te ouvir. Manda o seu relato. Poder ser pelo atelieambrosina@gmail.com, na nossa página do facebook, pelo instagram, ou até nos comentários no youtube. Fala que a gente quer te ouvir. Como está sendo passar por tudo isso por aí? Bora conversar? realização @atelieambrosina. edição @_elizabeth_caldas_ atelieambrosina@gmail.com #atelieambrosina Podcast #Vaiterconversa Ambrosina - Ateliê para Igualdade de Gênero e Empoderamento de Mulheres é uma ONG alagoana e tem por finalidade promover a defesa de direitos humanos das mulheres. O nome é uma homenagem à Miss Paripueira, uma querida personagem tipicamente alagoana.