
Nesse episódio conversamos com a artista visual Marília Oliveira sobre o que é efêmero nas produções em arte contemporânea, sobre performance e as diversas possibilidades de arquivar e documentar essa efemeridade. Marília Oliveira é artista visual – tendo a fotografia como linguagem mais presente em sua pesquisa. Doutoranda em Artes Visuais pela UFBA e mestre em comunicação pela UFC, estuda autobiografia, o gênero, a lesbianidade e a mistura entre imagem e palavra para composição de narrativas. Referências: "Falar sobre aquilo que a gente quer que exista" - Fernanda Meireles Arthur Bispo do Rosário - Manto da apresentação “Eles combinaram de nos matar, nós combinamos de não morrer”. A frase, da escritora Conceição Evaristo Diana Taylor - Sobre arquivo e repertório Beethoven da Silva - Pesquisa sobre os artistas negros no período barroco Remissão, Museu do amor sapatão, você mereceu, de Marília Oliveira Revista Nerva Sophie Calle Louise Felix >>> Corpos despedaçados Brígida Baltar >>> Coleta de efêmeros: neblina, maresia, sereno, orvalho, performance, fotografia, condensação Yukinori Yanagi? >>> Bandeira do Mundo, Fazenda de Formigas "Monumento Mínimo", de Nele Azevedo "Paradox of Praxis" (1997), Francis Alys Laurandrade - @laurandradepisicologa "A louca sou eu", de Barbara Moira "Para não me deixar esquecer", de Beatriz Gurgel