
Com a popularidade em queda desde maio deste ano, o presidente dos Estados Unidos repetiu a receita de reagir com discurso de força às ameaças aos Estados Unidos, após a morte de pelo menos 13 norte-americanos nos atentados terroristas em Cabul no dia 26 de agosto. Com isso, o apoio doméstico subiu um ponto percentual um dia após atingir o seu ponto mais baixo (46,9%) desde que tomou posse em janeiro, segundo o Real Clear Politics. Antes do colapso afegão diante do Talibã, os próprios democratas mostravam insatisfação com Joe Biden por causa da forma como ele manteve-se próximo da política "América para os americanos" de Trump e pela nova onda da pandemia, com a resistência ideológica de alguns grupos à vacinação. Agora, os republicanos tentam aproveitar o momento para alavancar suas posições para as eleições legislativas do ano que vem. Ouça o boletim Vasto Mundo de 27 de agosto para a rádio Super Notícia 91,7 FM e jornal O TEMPO (www.otempo.com.br)