
Os bombardeios de vinte e três de setembro, que deixaram cerca de quinhentos mortos no Líbano, sinalizam uma nova estratégia militar de Israel para o conflito no Oriente Médio. Contudo, os combates atuais estão a centenas de quilômetros de Gaza, para onde o Hamas teria levado os reféns após os atentados de sete de outubro do ano passado. A explicação está em uma mistura de objetivos militares, acenos de Netanyahu aos cidadãos retirados de suas casas no norte de Israel há quase um ano e cálculos de sobrevivência política do primeiro-ministro. Saiba mais em Vasto Mundo com o jornalista e mestre em relações internacionais Frederico Duboc.