
Ao completar dois anos de guerra, russos e ucranianos investem nos drones como alternativa à escassez de munição de artilharia. De um lado, aparelhos pequenos, que custam poucas centenas de dólares e são capazes de destruir tanques. De outro, drones de origem iraniana que deverão ser construídos aos milhares para ataques kamikazes a infraesturura. Saiba mais em Vasto Mundo com o jornalista e mestre em relações internacionais Frederico Duboc.