
Uma conversa aberta sobre os caminhos internos do autoperdão e da aceitação. Sobre olhar para si sem defesas, sem dureza, permitindo que aquilo que foi vivido encontre um lugar de acolhimento.Aqui falamos de culpas silenciosas, de exigências internas, de partes que foram rejeitadas ao longo do tempo e do que acontece quando escolhemos ficar com nós mesmos, mesmo onde dói.