
O tempo é curto, o dias voam, as demandas são grandes e isso não irá mudar, o que tem que mudar são os critérios que utilizamos para eleger as nossas prioridades. Nos leitos terminais as pessoas lamentam os beijos e os abraços que não foram dados e não os carros que não foram comprados. O que fica são as risadas em volta da mesa, a lembrança das lágrimas que encontraram colo, os olhares da intimidade que conseguem expressar belezas no silêncio.