
Spotify não monetiza, Apoie o Podcast: https://livepix.gg/viroscopoLuis Enrique Monroy Bracamontes, um cidadão mexicano que se encontrava ilegalmente nos Estados Unidos, ganhou notoriedade em 2014 por uma onda de crimes violentos que resultou na morte de dois xerifes na Califórnia. Seus atos e seu comportamento desafiador e sem remorso durante o julgamento chocaram o país e alimentaram o debate sobre imigração e pena de morte. Nascido em 8 de junho de 1970, no México, Bracamontes tinha um histórico de deportações e reentradas ilegais nos EUA. Em 24 de outubro de 2014, ele e sua esposa, Janelle Monroy, embarcaram em uma série de crimes que aterrorizou o norte da Califórnia. A onda de violência começou em Sacramento, quando Bracamontes atirou e matou o detetive do Condado de Sacramento, Danny Oliver. Pouco depois, no Condado de Placer, ele assassinou o detetive Michael Davis Jr. e feriu outro policial. A perseguição que se seguiu envolveu roubos de carros e tentativas de homicídio. Durante seu julgamento, Bracamontes exibiu um comportamento errático e desafiador. Ele admitiu abertamente os assassinatos em tribunal, expressou desejo de matar mais policiais e chegou a sorrir e aplaudir durante os procedimentos. Seus advogados de defesa argumentaram que ele sofria de doença mental e estava sob a influência de metanfetaminas no momento dos crimes, mas o júri o considerou competente para ser julgado. Em fevereiro de 2018, Luis Enrique Monroy Bracamontes foi considerado culpado de múltiplas acusações, incluindo dois homicídios em primeiro grau, tentativa de homicídio e roubo de carro. Posteriormente, ele foi condenado à pena de morte. Sua esposa, Janelle Monroy, também foi condenada por seu papel nos crimes. O caso de Bracamontes teve ampla repercussão, sendo frequentemente citado em debates políticos sobre a segurança nas fronteiras e as políticas de imigração nos Estados Unidos.