
Peregrinações, expedições científicas, explorações coloniais, diásporas, migrações laborais, exílios políticos… Imaginamos um mundo de incessante movimento e devir. Um mundo nunca completo, mas em constante construção. Este mundo, que abriga múltiplas formas de vida, componentes humanos e não humanos, é tecido a partir de linhas vitais que costuram caminhos através de um emaranhado de relações. A vida se faz no movimento perambulatório, em caminhos que conectam lugares e pessoas. O fascínio pelo desconhecido nos mobiliza. E é sobre isso que vamos conversar hoje, aqui no Vista do meu Ponto. Referências Bibliográficas CLIFFORD, J. Culturas viajeras. Revista de Occidente, 1995, n.º 170- 171, pp. 45-74. MAFFESOLI, M. El nomadismo. Vagabundeos iniciáticos. Ciudad de México: Fondo de Cultura Económica, 2004. GOMES, Plínio Freire. Volta ao mundo por ouvir-dizer: redes de informação e a cultura geográfica do Renascimento. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material [online]. 2009. MONTEIRO SILVA, I. Backpackers. Notas sobre o universo de práticas mochileras. 2011. Disponível em: http://www.sbsociologia.com.br/portal/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=2151&Itemid=170 OYHANTCABAL, L. M. Eligiendo ser nómade en la sociedad contemporánea: Una Aproximación a las prácticas y discursos de quienes eligen el viaje como modo de vida. Montevideo: Universidade de la República, 2016. OYHANTCABAL, L. M. Cuando el viaje se siente en el cuerpo: Algunas reflexiones sobre viajes, nomadismo y género. Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación, Universidad de la República, Uruguay, 2018. INGOLD, Tim. Estar vivo: ensaios sobre movimento, conhecimento e descrição. São Paulo: Vozes, 2015.