
“Explorar positivamente” as diferenças sem realçar desigualdades é uma arte que o Brasil treinou bastante para acolher os imigrantes que vieram de diferentes países. Todos “eles” representam o que somos “nós”, o povo brasileiro. Mas nos últimos anos, outros “eles” que pensam ou agem de maneira diferente de “nós” são encarados como ameaça e, segundo Zygmunt Bauman “é fácil menosprezar ou silenciar os perigos que não prometem ganhos políticos ou financeiros, enquanto outros são altamente inflados ou até inventados”. NÓS SIM, ELES NÃO é o próximo assunto da VivendaemCasa