
Este é o seu espaço informativo... EM ANGOLA HÁ NOVA MUDANÇA NO GOVERNO DE JOÃO Lourenço na CASA DE SEGURANÇA O Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, nos termos da alínea d) do artigo 119 e do número 1 do artigo 125, ambos da Constituição da República de Angola, determina o seguinte: É exonerado Pedro Sebastião, do cargo de Ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, para o qual havia sido nomeado no dia 28 de Setembro de 2017; Também hoje, o Presidente da República exonerou as seguintes entidades, depois de ouvido o Conselho de Segurança Nacional: -General Apolinário José Pereira, do cargo de Chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar; -General João Pereira Massano, do cargo de Director Nacional de Preservação do Legado Histórico-Militar do Ministério da Defesa Nacional e Veteranos da Pátria; -Tenente-General António Mateus Júnior de Carvalho, do cargo de Secretário para os Assuntos de Defesa e Forças Armadas da Casa de Segurança do Presidente da República. NOMEAÇÕES: O Presidente da República, nos termos da Constituição da República de Angola, nomeou Francisco Pereira Furtado para o cargo de Ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República. Apoiado na lei 2/93, de 26 de Março – Lei de Defesa Nacional e das Forças Armadas Angolanas, e ouvido o Conselho de Segurança Nacional, o Presidente da República nomeou o General João Pereira Massano para o cargo de Chefe do Serviço de Inteligência e Segurança Militar ___________________________________________ O ministro do Interior em Angola, Eugénio Laborinho, garantiu, em Caxito, que o Serviço Integrado dos órgãos do Ministério do Interior (MININT), em construção no município do Dande, vai aproximar mais os cidadãos aos órgãos daquele departamento do Executivo. Eugénio Laborinho, que falava no acto de lançamento da primeira pedra para a construção daquele empreendimento, disse tratar-se de um serviço que muito interessa à população, porque quanto mais próximo estiver dela melhor será a atenção e a prestação dos serviços. Sublinhou que o edifício vai ainda dotar a Polícia Nacional no Bengo de serviço que muito precisa, garantindo que a fiscalização seja cada vez mais reforçada. A governadora do Bengo, Mara Quiosa, informou que, quando terminar, a infra-estrutura será uma mais-valia, porque vem dar resposta às solicitações de muitos munícipes que procuram os vários serviços dos órgãos do Ministério do Interior. A obra, com um orçamento de 646,7 milhões de kwanzas, está enquadrada no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM) e tem a duração de dez meses. A fiscalização está a cargo da empresa "Vias do Bem" e terá um custo de 21 milhões de kwanzas. A infra-estrutura vai acomodar os serviços dos órgãos operativos do Ministério do Interior, nomeadamente a Polícia Nacional, os Serviços de Investigação Criminal (SIC), Migração e Estrangeiros (SME), Penitenciário e de Protecção Civil e Bombeiros, visando melhorar o atendimento ao público e dar melhores condições de trabalho ao efectivo. O Ministério do Interior tem em vista, em todo o país, a construção de 32 infra-estruturas dos Serviços Integrados, sendo que 22 já estão em curso. A ideia é que, até 2022, todos estes serviços estejam operacionais.