
Fim do dia, depois da chuva. Na casa de Mário Felicio Joaquim, do povo Baniwa, uma peça muito grande de cerâmica para guardar o caxiri, a bebida fermentada, uma mesa, alguns instrumentos e cangataras, três cadeiras esperando a gravação e, nas paredes, coladas estavam algumas fotos quase apagadas pelo tempo. Quem faz a entrevista e tradução é Rosália, filha de Mário. Ele conta sobre os modos de vida na comunidade onde morava e a vinda para a região próxima à cidade e a formação da comunidade de Itacoatiara-Mirim, conta histórias do passado e histórias de outro mundo.