
Jesus disse certa vez para os seus opositores que os erros doutrinários que estavam cometendo era porque não conheciam as Escrituras, nem o Poder de Deus (leia-se, manifestação do Espírito Santo). O teólogo R. T. Kendall disse certa vez que: "Em nossos dias houve um divórcio entre a Palavra e o Espírito e, como em todo divórcio, os que mais sofrem são os filhos." De fato, enquanto os Evangélicos (igrejas históricas e reformadas) valorizam as Escrituras em detrimento da manifestação do Espírito, os Carismáticos valorizam o mover do Espírito em detrimento das Escrituras. Precisamos buscar reconciliar estas duas realidades do Reino de Deus se queremos ver a igreja do século XXI se tornar relevante para um mundo que está cada vez mais perdido e desesperado.