
A primeira reação humana ao erro não foi confessar, foi se esconder. Em Gênesis, vemos Adão costurando folhas para cobrir sua vergonha. Hoje, as nossas folhas de figueira mudaram de formato. Elas são a mensagem apagada, a compra omitida ou a mentira sutil. Chamamos de "meia-verdade" para aliviar o peso da nossa consciência. Mas a verdade torcida é mais perigosa que a mentira inteira. Toda meia-verdade é como uma folha: ela cobre, mas apodrece. Primeiro, tentamos costurar essa ilusão para nós mesmos. Acreditamos na nossa própria ficção para justificar nossos erros. Contudo, o que achamos pequeno demais para confessar nos escraviza. Fidelidade não depende do tamanho; o pequeno é o termômetro. Viver uma vida dupla cansa, e esconder-se no arbusto não resolve. A boa notícia é que Deus não nos procura para nos condenar. Quando Ele pergunta "Onde está você?", Ele está propondo um resgate. A vergonha que você acha que afasta Deus é o que atrai a busca Dele. Ele não espera que você mude sozinho; Ele entra na sua bagunça. No jardim, Ele tirou as folhas frágeis e vestiu o homem com peles. Para nos cobrir, um sacrifício de sangue precisou ser feito. Isso aponta direto para a cruz, onde Jesus pagou o preço mais alto. A sua folha você costura, mas a roupa de Deus é Ele quem paga. Portanto, saia do arbusto hoje e pare de se esconder. Confesse a Deus para receber o perdão que traz alívio total. Confesse também a alguém de confiança, pois ninguém cura o que não revela. Largue de uma vez por todas a sua folha de figueira. Existe uma túnica com o seu nome, e ela já foi inteiramente paga.