
Cântico dos Cânticos não é um livro a ser evitado nem exageradamente alegorizado. Ele celebra o amor conjugal como chama criada por Elohim — intensa, exclusiva e comprometida. Depois da sabedoria de Provérbios e da honestidade de Eclesiastes, somos lembrados de que o amor também faz parte do propósito divino. Não é vulgaridade, é poesia santa. Não é banalidade, é aliança.