
Neste texto, Yeshua revela a raiz da condenação humana. O problema não é intelectual, mas moral. O homem não se perde por falta de evidência, mas por causa do amor ao pecado. “Amaram mais as trevas do que a luz.” Essa afirmação desmonta qualquer ideia de neutralidade. O coração humano não apenas erra — ele se inclina. Não apenas falha — ele ama aquilo que o afasta de Deus. A luz veio ao mundo. A verdade foi revelada. Mas o homem, em seu estado natural, prefere aquilo que pode manter escondido. Isso significa que a rejeição da eternidade não é acidental — é desejada. Enquanto o pecado for amado, a luz será evitada. E enquanto a luz for evitada, a eternidade será continuamente adiada. A condenação não é um acidente no fim da vida. É uma trajetória construída ao longo dela. Este estudo confronta o autoengano humano e revela que a verdadeira questão não é o que o homem sabe — mas o que ele ama. Produção: ZacaOn | Pensando na Eternidade