Um convite para olhar de frente a solidão – não como fracasso, mas como parte da nossa jornada de amadurecimento. Neste episódio, inspirado em Swamplands of the Soul de James Hollis e na psicologia de Jung, conversamos sobre a solidão como tarefa da alma, as fantasias que nos mantêm dependentes do “outro mágico” e os movimentos de fuga que repetimos para não ficar a sós conosco. Entre reflexões, perguntas e uma prática simples de “fim de tarde no quintal interno”, o episódio oferece um espaço seguro para quem sente que o mundo está barulhento demais por fora e silencioso demais por dentro. Contato: marcoaurelio.arruda@gmail.com