
Episódio
As escavações arqueológicas no antigo Destacamento de Operações de Informação - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) - órgão que era subordinado ao Exército e foi local de tortura e assassinatos de opositores da ditadura militar - já têm data para que sejam executadas: de 2 a 14 de agosto deste ano. Os trabalhos serão realizados por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Eles avaliam que os prédios do antigo DOI-Codi/SP são um marco físico que documentam um período brutal da história brasileira. Nas escavações, os pesquisadores pretendem explorar os vestígios encontrados no local, objetos, estruturas arquitetônicas e registros documentais, a fim de buscar esclarecimentos sobre o passado e contribuir para a compreensão dos eventos ocorridos durante o período. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai ampliar o número de vagas destinadas às unidades de pesquisa no próximo concurso público da instituição, anunciado em abril. Ao todo, a pasta vai ofertar 814 vagas, sendo 196 para o cargo de analista em ciência e tecnologia nas unidades de pesquisa, um acréscimo de 38 novas vagas em relação à previsão inicial. Além disso, a ministra Luciana Santos anunciou, em reunião nesta quarta-feira (19), a destinação de cerca de R$ 50 milhões para a recuperação da infraestrutura e recomposição orçamentária das 17 instituições de pesquisa vinculadas à pasta de Ciência e Tecnologia do governo federal. A importação de canábis in natura, assim como flores e partes da planta, para uso medicinal, não será mais permitida no Brasil a partir desta quinta-feira (20), conforme determinou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O endurecimento ocorre em meio ao crescimento das prescrições para a utilização de forma fumada ou vaporizada, assim como do desvio para possível uso recreativo da erva. Segundo a Anvisa, Haverá um período de transição de 60 dias para conclusão das importações que já estiverem em curso. As autorizações já emitidas para importação de Canábis in natura, partes da planta e flores terão validade até o dia 20 de setembro deste ano. Apesar da medida, a lista de aproximadamente 400 produtos derivados de canábis permitidos no Brasil não será afetada pela mudança. O uso da maconha medicinal foi autorizado em 2015. Dentre as doenças tratadas, estão: ansiedade, insônia, autismo, esclerose múltipla e fibromialgia.