
Episódio
O presidente Lula (PT) sancionou a lei que autoriza a terapia com ozônio em todo o território nacional. O texto foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta segunda-feira (7). A chamada "ozonioterapia" foi alvo de polêmicas durante a pandemia de Covid-19. Isso porque a técnica chegou a ser recomendada pelo prefeito de Itajaí, Volnei Morastoni (MDB), mesmo sem ter eficácia comprovada contra o coronavírus. Este tipo de terapia consiste na aplicação de oxigênio e ozônio diretamente na pele ou no sague do paciente, na tentativa de conter infecções ou aumentar a oxigenação do tecido. Pela lei, a ozonioterapia fica autorizada como procedimento de caráter complementar, nas seguintes condições: sendo realizada por profissional de saúde com nível superior e inscrito no conselho de fiscalização; sendo aplicada por equipamento de produção de ozônio medicinal regularizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A lei determina ainda que o paciente seja informado do caráter complementar do tratamento. A preservação da floresta Amazônica é um desafio para todos os oito países onde ela está circunscrita, mas Brasil e Bolívia lideram o ranking de perda florestal, tanto em números absolutos quanto proporcionais ao total de floresta em seus territórios. Os dados dos últimos 20 anos de perda florestal colhidos pela Global Forest Watch indicam que a Bolívia é o país que mais perdeu cobertura florestal original no bioma, com 9,06% perdido entre 2002 e 2022, último ano com dados fechados. Na sequência está o Brasil, com 8,46%. "Perda florestal" indica a remoção ou mortalidade da cobertura arbórea, não necessariamente por desmatamento. Essa perda pode estar relacionada a diversos fatores, como queimadas - legais e ilegais - e danos decorrentes de fenômenos naturais. A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) deve depor à Polícia Federal nesta segunda-feira (7), em São Paulo, após ser acusada de pagar um hacker para invadir as contas do ministro Alexandre de Moraes e do Conselho Nacional de Justiça, para emissão de informações falsas. O depoimento está agendado para 14h O advogado de Zambelli, Daniel Bialski, contou que, se os autos do inquérito não chegassem às mãos dele até o fim desta sexta (4), iria orientar a deputada a permanecer em silêncio. O hacker Walter Delgatti Neto, conhecido por ter invadido telefones de autoridades envolvidas com a operação Lava Jato em 2019, foi novamente preso em uma operação da Polícia Federal na última quarta-feira (2). A mesma operação cumpriu mandados de busca e apreensão contra a deputada, no apartamento e no gabinete dela. A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que Delgatti recebeu pelo menos R$ 13,5 mil de assessores da deputada. Zambelli negou que tenha cometido irregularidades e afirmou que os pagamentos são referentes a serviços que ela contratou para o seu site.