
Episódio
A aeronave VC-2 (Embraer 190), cedida pela Presidência da República, que pousou na Base Aérea de Brasília, foi a nona que regressou ao Brasil pela Operação Voltando em Paz, do governo federal, desde o início das hostilidades no Oriente Médio. Mas, foi a pioneira a trazer cidadãos brasileiros resgatados do território palestino da Cisjordânia. Os outros oito voos anteriores da Força Aérea Brasileira (FAB) repatriaram brasileiros que estavam em Israel. Neste último voo da missão brasileira, os passageiros transportados partiram de Aman, na Jordânia, país vizinho a Israel, após negociações diplomáticas realizadas pelo Ministério das Relações Exteriores. Dos 32 passageiros, 30 são brasileiros e, ainda, há um palestino e uma jordaniana, casados com brasileiros. Deste total de transportados, 12 são homens; 9 são mulheres e 11 são crianças. Entre os adultos, seis são idosos, dois deles cadeirantes, que receberam ajuda para descer da aeronave. Na chegada, o grupo acenou com bandeiras do Brasil e da Palestina. - A nova meta fiscal para 2024 será apresentada por emenda ao Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) em 16 de novembro, com previsão de déficit em torno de 0,5%, segundo fontes ouvidas pelo blog. A mudança também poderia ser feita por meio de uma nova mensagem presidencial, mas a avaliação é que o governo não gostaria de criar uma "saia justa" para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que defende a meta de déficit zero. O caminho encontrado é apresentar uma emenda ao projeto de LDO, relatado pelo deputado Danilo Forte (União-CE). A nova meta deve ser apresentada por aliados do governo, um dia antes do prazo para apresentação de emendas, em 16 de novembro. Para mudar a meta, a emenda precisa ser aprovada pelo Congresso. - O governo dos Estados Unidos disse que está explorando a possibilidade de pedir uma série de pausas no conflito entre Israel e Hamas para ajudar as pessoas a saírem de Gaza com segurança e permitir a entrada de ajuda humanitária. Os americanos são contra um cessar-fogo total. O porta-voz da segurança nacional, John Kirby, disse a jornalistas que essas pausas devem ser temporárias e localizadas, e insistiu que elas não impedirão Israel de se defender.