
Episódio
As vendas de veículos em todo o país cresceram 12% no ano passado na comparação com 2022, de acordo com balanço da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Foram mais de 4 milhões e 100 mil unidades emplacadas no último ano. Quase todos os segmentos fecharam o ano com alta: automóveis (9,13%) comerciais leves (20,44%), ônibus (12,63%) e motos (16,10%). Apenas o setor de caminhões terminou o ano com baixa: -16,39%. Para a Fenabrave, as vendas globais de veículos devem aumentar 13,5% em 2024, o que totaliza 4 milhões e 500 mil unidades emplacadas. Para os automóveis e comerciais leves a estimativa é a de aumento de 12%. A venda de caminhões deve crescer 10%, com mais de 100 mil unidades emplacadas e o segmento de ônibus deve alcançar as 29 mil 546 unidades vendidas, um aumento de 20%. Os implementos rodoviários podem crescer 10%, com 99.296 unidades vendidas. O Fundo Especial de Financiamento de Campanha, mais conhecido com fundo eleitoral ou Fundão, terá 4 bilhões e 900 milhões de reais este ano. É uma cifra quase 150% superior à que foi destinada para o pleito de 2020. O valor atual está previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias, a LDO, de 2024, que já foi sancionada pelo presidente Lula. O fundo eleitoral é uma reserva de dinheiro público que tem como função financiar as campanhas eleitorais. Os recursos são distribuídos entre os partidos de acordo com o número de parlamentares na Câmara. E, seguindo esse critério, o PL e a federação PT-PCdoB-PV, que elegeram 99 e 80 deputados, respectivamente, em 2022, são as siglas que terão a maior fatia do bolo este ano. A divisão exata dos recursos para cada sigla, no entanto, ainda será calculada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Na eleição presidencial de 2022, quem ficou com a maior parte dos recursos do Fundão foram União Brasil e PT. O União Brasil recebeu 758 milhões de reais do Fundo Eleitoral e o PT, 500 milhões. A partir da semana que vem turistas vindos da Austrália, do Canadá e dos Estados Unidos vão ter que apresentar visto. A medida passa a valer no dia 10 de janeiro. De acordo com o Ministério do Turismo, isso ocorreu porque houve a necessidade de ajustar o processo de licitação para contratar a empresa que vai oferecer o serviço de visto eletrônico para Austrália, Canadá e Estados Unidos. A exigência do documento altera uma medida unilateral do governo de Jair Bolsonaro. O então presidente estabeleceu em junho de 2019 que o visto não era mais necessário para aumentar o fluxo de turistas no Brasil. Mas o atual governo considerou que não isso não era justo, já que os brasileiros devem apresentar o documento para entrar nos três países.