
Episódio
A farmacêutica Takeda, que produz a vacina contra a dengue (Qdenga), emitiu um comunicado para informar a decisão de priorizar o atendimento aos pedidos do Ministério da Saúde no fornecimento dos imunizantes. De acordo com o comunicado, a Takeda suspendeu a assinatura de contratos diretos com estados e municípios e vai limitar o fornecimento da vacina na rede privada apenas para suprir o quantitativo necessário para as pessoas que tomaram a primeira dose do imunizante completem o esquema vacinal com a segunda dose, após um intervalo de três meses. A medida foi tomada, segundo a empresa, diante do cenário de inclusão da Qdenga no Sistema Único de Saúde (SUS) e o agravamento da epidemia de dengue em diversas regiões do país A decisão não prejudica compromissos previamente firmados com municípios antes da incorporação da Qdenga ao SUS, observou a empresa. Ainda segundo a farmacêutica, a previsão é que o fornecimento global da vacina Qdenga atinja a meta de 100 milhões de doses por ano até 2030, o que inclui um novo centro internacional dedicado à produção de vacinas, na Alemanha, previsto para ser lançado em 2025. O Governo Federal quer permitir fotos com roupas religiosas nas carteiras de motorista. A informação foi enviada pela Advocacia-Geral da União ao Supremo Tribunal Federal, que deve julgar um recurso sobre o assunto na próxima quinta-feira. O caso que será julgado pela corte começou quando mulheres do Paraná conseguiram na Justiça o direito de tirar o documento com o traje religioso completo. Isso sem cobrir as orelhas, cobrindo a parte de trás da cabeça e comprovando que fazem parte de alguma instituição religiosa. Segundo o governo, apesar da Secretaria Nacional de Trânsito já ter manifestado a intenção de mudar as regras para permitir fotografias assim, as normas da carteira de motorista ainda proíbem isso. Só que as fotos da Carteira de Identidade Nacional e do Passaporte já permitem roupas religiosas, desde que o rosto da pessoa fique bem visível. De acordo com a AGU, a intenção de permitir trajes religiosos na foto da carteira de motorista busca equilibrar a liberdade religiosa com a segurança pública Duas mulheres acusaram Daniel Alves de as apalpar na mesma noite em que ele teria estuprado uma amiga delas em uma boate de Barcelona em 2022. Elas deram depoimento no primeiro dia de julgamento do ex-jogador por estupro, nesta segunda-feira (5), na condição de testemunhas. As mulheres que acusam o jogador de as apalpar são uma amiga e uma prima da jovem que o acusa de estupro e estavam na boate com ela naquela noite — nenhuma delas foi teve o nome divulgado por motivos de segurança. Elas disseram ao tribunal que o ex-jogador as convidou para a área VIP, onde ele estava com um amigo As três mulheres dançaram com Daniel Alves e amigos dele na área VIP, segundo o jornalista espanhol Jesús González Albalat, que viu imagens da boate na noite do dia 30 de dezembro de 2022, que estão em segredo de justiça. Em depoimento, as duas mulheres afirmaram que na área VIP o Daniel Alves as apalpou e flertou com a autora da queixa de estupro antes do jogador insistir para que a jovem entrasse com ele por uma porta. Alves, que está preso há 381 dias em prisão preventiva, foi à Audiência de Barcelona, a instância mais alta da Justiça local, para prestar depoimento no julgamento, que durará três dias e ouvirá outras 28 testemunhas e a jovem espanhola que acusa o brasileiro, além do próprio Alves. A Promotoria de Barcelona pede nove anos de prisão para o brasileiro. Ainda não há previsão para a sentença sobre o caso.