
Episódio
O presidente luiz inácio lula da silva embarca nesta terça-feira para o egito, país recém-integrado ao brics, bloco que reúne economias emergentes como brasil, rússia, índia, china e áfrica do sul. A proposta da viagem é reforçar os laços entre os dois países No egito, lula tem agenda marcada com o presidente abdel fattah el-sisi, no cairo, nesta quarta-feira. Também está prevista uma possível visita à liga árabe, grupo de países árabes que tem sua sede no cairo. Também será discutida a possibilidade de ampliar as exportações agropecuárias do brasil para o egito. A expectativa do governo brasileiro é que o egito passe a aceitar um número maior de certificações de abatedouros brasileiros, ampliando o fluxo comercial. Do egito, lula permanece em solo africano, seguindo para a etiópia. Lá, o presidente terá reuniões bilaterais com autoridades e participa, como convidado, da assembleia da união africana, entidade que representa cerca de 50 estados do continente. O itamaraty informou ter interpretado o convite como um reconhecimento da prioridade que lula vem imprimindo à política externa no que diz respeito à áfrica. Além do presidente brasileiro, devem participar da assembleia, como convidados, o secretário-geral da organização das nações unidas (onu), antónio guterres, e o presidente da autoridade palestina, mahmoud abbas. O ministério da saúde vai investir cerca de r$ 17 bilhões do fundo nacional de saúde, até o final do ano, em ações de custeio e investimentos na área que deixaram de ser utilizados no combate à covid-19. Esse dinheiro diz respeito a recursos transferidos pelo fundo nacional de saúde para enfrentamento da pandemia no período de 2020 a 2022. O ministério da saúde regulamentou a emenda constitucional que autoriza o uso do saldo financeiro dos fundos de saúde estaduais, municipais e do distrito federal para ações e serviços públicos de saúde, seja para despesas correntes ou de investimento. A autorização foi publicada na edição da última sexta-feira do diário oficial da união. Para se ter uma ideia da importância da saúde ter dinheiro para investir: o enfrentamento da dengue, por exemplo. Recentemente, o ministério anunciou a ampliação dos recursos reservados para as ações contra o aedes aegypti para r$ 1,5 bilhão, além da otimização da liberação de recursos para estados e municípios que decretarem emergência sanitária, seja por dengue, outras arboviroses ou situações que acometam a saúde pública. O brasil já registra 512.353 casos prováveis de dengue desde o início de 2024. Foram contabilizados ainda 75 óbitos pela doença, enquanto 340 mortes estão sendo investigadas. O coeficiente de incidência da dengue no país, neste momento, é 252,3 casos para cada grupo de 100 mil habitantes. Os dados constam no painel de monitoramento de arboviroses do ministério da saúde. Entre os casos prováveis, 54,9% são em mulheres e 45,1% em homens. A faixa etária dos 30 aos 39 anos segue respondendo pelo maior número de casos, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos e de 50 a 59 anos.