
Episódio
O ministro Alexandre de Moraes, do supremo tribunal federal, determinou a abertura de inquérito pela polícia federal, pra apurar a conduta do empresário Elon Musk, dono da rede social X - o antigo twitter. Nesse final de semana o empresário Moraes do porque de 'tanta censura no Brasil' e ameaçou fechar o escritório da rede social no Brasil. Ele disse ainda que estava retirando todas as restrições de contas que haviam sido determinadas pela Justiça do Brasil. elon muks também pediu a renuncia ou o impeachment de alexandre de moraes. Nesse domingo, interlocutores do ministro Alexandre de Moraes procuraram a ANATEL pedindo informações sobre quais procedimentos para tirar a rede social do ar. o presidente da Anatel, Carlos Baigorri, já teria acionado as principais operadoras de telefonia para que fiquem de prontidão e cumpram uma eventual ordem judicial nesse sentido imediatamente Depois de ficar parada por duas semanas, a Câmara dos Deputados volta a analisar nesta semana o parecer sobre a prisão preventiva do deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), apontado pela Polícia Federal (PF) como um dos mandantes da execução da vereadora Marielle Franco e do seu motorista Anderson Gomes, em 2018. O parlamentar está preso desde 24 de março por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)./ A análise da medida cautelar apresentada por Moraes começou no dia 26 na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, mas foi paralisada no mesmo dia por um pedido de vista de três deputados do Novo, Progressistas e Republicanos. O parecer apresentado pelo deputado Darci de Matos (PSD-SC) na CCJ foi favorável à manutenção da prisão de Chiquinho Brazão, que foi expulso da União Brasil na semana de sua prisão. Como o regimento determina que o pedido de vista paralise a análise da matéria por duas sessões de comissão, o relatório sobre a prisão de Brazão volta a ser discutido na quarta-feira (10). O intervalo entre as sessões da CCJ foi maior devido ao feriado de Páscoa, ainda na semana em que a medida cautelar chegou na Câmara, e ao fim do prazo da janela partidária. Um acordo entre os parlamentares definiu que a semana de 1º a 5 de abril seria esvaziada para que os parlamentares articularem as mudanças dos apoios políticos em seus estados. O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) retoma às 14h desta segunda-feira (8) o julgamento das duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) que pedem a cassação do mandato do senador Sergio Moro (União-PR). Será a terceira sessão de julgamento do caso. A análise do processo foi suspensa na última quarta-feira (3) após pedido de vista (mais tempo para analisar o caso) da desembargadora Claudia Cristina Cristofani. Dos sete desembargadores da Corte, dois já votaram e o placar está empatado em 1 a 1. Moro e os suplentes, Luis Felipe Cunha e Ricardo Augusto Guerra, respondem por abuso de poder econômico na pré-campanha eleitoral de 2022. As ações contra eles têm teor similar e são julgadas em conjunto pela Corte. Qualquer que seja a decisão no tribunal paranaense, cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Todos os membros da Corte votam, inclusive o presidente, porque os processos envolvem possível perda de mandato. Em ações sem esse tipo de especificidade, o presidente só votaria em caso de empate.