
Episódio
O governo federal acionou a Polícia Federal (PF) para investigar a possível origem criminosa das queimadas que se espalharam pelo estado de São Paulo nesta semana. A informação foi confirmada neste domingo (25) pela ministra do meio ambiente, Marina Silva, que esteve na sede do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), em Brasília. A ministra disse que o governo trabalha com a suspeita de uma ação criminosa similar ao “dia do fogo”, numa referência ao 10 de agosto de 2019, quando uma ação orquestrada de criminosos ateou fogo em mais de 470 propriedades rurais. “Há uma forte suspeita de que está acontecendo de novo”, afirmou. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também compareceu à sala de situação montada há dois meses no Prevfogo para acompanhar a situação dos focos de incêndio. Ele assegurou recursos e ações do governo federal para debelar as chamas, que disse serem difíceis de apagar. Rússia lança ataque massivo de mísseis e drones contra a Ucrânia, diz Kiev A imprensa internacional confirma que explosões voltaram a acontecer na manhã desta segunda-feira em Kiev, e o exército da Ucrânia alertou sobre um grande ataque de mísseis e drones russos. A força aérea informou aos ucranianos que a Rússia tinha 11 bombardeiros estratégicos TU-95 no ar e confirmou o lançamento de vários mísseis. Fora da capital ucraniana, repórteres da Reuters ouviram o som das defesas aéreas engajando alvos. As autoridades locais relataram explosões na cidade de Lutsk e disseram que um bloco de apartamentos foi danificado e que estavam verificando possíveis vítimas. Os ucranianos têm esperado um grande ataque de mísseis russos há algum tempo. A embaixada dos EUA emitiu um aviso na semana passada sobre um risco elevado de ataque em torno do dia da independência da ucrânia, que foi comemorado no sábado. Sindicado dos servidores critica texto que dá autonomia financeira ao banco central O sindicato nacional dos funcionários do banco central criticou, em nota divulgada neste sábado (24), o novo parecer da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que dá autonomia financeira ao Banco Central. Para a entidade, o texto desafia a "lógica e a segurança institucional" ao criar uma figura jurídica inexistente. A proposta está em discussão no senado e o texto, sob relatoria do senador Plínio Valério (PSDB-AM). O tema tramita atualmente na comissão de constituição e justiça da casa. Segundo a nota, a ideia de transformar o Banco Central em uma 'corporação integrante do setor público financeiro' é uma manobra que coloca em risco a estabilidade e a soberania econômica do país. Em um movimento que desafia a lógica e a segurança institucional, foi introduzida ao texto da PEC uma figura jurídica inexistente no direito brasileiro, criando um cenário de sombrias incertezas e fragilidades preocupantes", finaliza o texto. A PEC foi encampada no senado também pela oposição, mas rechaçada pelo governo Lula (PT) e por cardeais como o líder do PSD, Otto Alencar (BA), e o senador Omar Aziz (PSD-AM). Apesar da posição contrária à PEC, senadores da base têm afirmado a integrantes do governo que é preciso repensar a situação do BC para garantir que a autoridade monetária tenha capacidade de investimento.