
Episódio
Os bombeiros iniciaram a retirada dos corpos das vítimas do acidente aéreo que aconteceu hoje em Gramado. O dono da aeronave, que também pilotava no momento do acidente, e nove familiares, morreram. O avião atingiu uma pousada da cidade turística e outros imóveis, e duas pessoas estão em estado grave. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite declarou que pessoas que estavam no local (e não dentro do avião) foram socorridas, sendo que duas sofreram queimaduras mais graves. Outras 17 pessoas se feriram em terra após a queda do avião. Duas delas estão internadas em estado grave devido às queimaduras causadas pelo acidente, e cinco das vítimas já foram liberadas. Segundo o governador gaúcho, as duas vítimas em estado mais grave são mulheres na faixa de 50 anos. Eduardo Leite evitou apresentar alguma explicação para o acidente. Ele disse que isso caberá à análise técnica dos órgãos competentes. Mortos por acidentes aéreo em 2024 é o maior em dez anos O número de mortes por acidentes aéreos no Brasil em 2024 já é o maior desde, pelo menos, 2014. As informações são do sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos mantido pela Força Aérea Brasileira. O país já registrou 138 mortes em 40 acidentes fatais neste ano. Números incluem mortes ocorridas por acidentes com aviões e helicópteros. No ano passado foram registradas 77 mortes em 30 acidentes fatais e, em 2022, foram 36 acidentes fatais com 49 mortes. Número de mortes por ano é o maior da série histórica desde 2014. Em 2016, segundo ano com mais mortes em acidentes aéreos, foram registrados 104 óbitos em 45 acidentes fatais. Em terceiro lugar entre os anos com mais mortes em acidentes aéreos ficou 2014, quando 83 pessoas morreram em acidentes fatais. De 2014 para cá o Brasil registrou 1725 acidentes aéreos, sendo 404 ocorrências fatais. Ao todo, foram 846 mortes no período. MEC realiza consulta sobre obras do PNLD até o final de janeiro O Ministério da Educação (MEC) irá consultar, por meio de formulário online, dirigentes e secretários municipais de todo o país sobre a incorporação das obras do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) às práticas pedagógicas do cotidiano das instituições de ensino. A pesquisa, cujo link foi encaminhado por email aos gestores, poderá ser respondida até 31 de janeiro e ser acessada também pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). É a primeira iniciativa de diagnóstico do programa. A previsão é que outras sejam realizadas em 2025, para aprimorar o levantamento de informações. A coleta de impressões e sugestões também tem por objetivo dimensionar em que medida os livros do PNLD ajudam a proporcionar uma educação de qualidade e o tanto que afetam o processo de ensino-aprendizagem. O interesse do MEC consiste, ainda, em promover eventuais melhorias no programa. A pesquisa está sendo realizada pela Secretaria de Educação Básica do MEC, por meio da Diretoria de Apoio à Gestão Educacional (Dage) e da Coordenação-Geral de Materiais Didáticos (CGMD). Os professores foram os primeiros a contribuir com avaliações sobre o programa.