
Episódio
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) se reúne nesta quarta-feira (18) e deve elevar a taxa básica de juros da economia de 13,25% para 14,25% ao ano. Essa é a expectativa da maior parte dos economistas do mercado financeiro, com base em indicação do próprio Banco Central — feita no começo deste ano. Se confirmado, esse será o quinto aumento seguido na taxa básica, que, em termos reais, já é a maior do mundo. Essa também será a segunda reunião do Copom chefiada pelo novo presidente da instituição, Gabriel Galípolo, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele assumiu em janeiro deste ano. Moraes nega apreensão do passaporte de Eduardo Bolsonaro O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira pedido de apreensão do passaporte do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão do ministro foi tomada após a Procuradoria-Geral da República emitir parecer contrário à medida. Moraes avaliou uma notícia-crime protocolada pelo PT e pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). Na ação, encaminhada no mês passado ao Supremo, a legenda e o parlamentar alegaram que Eduardo Bolsonaro tem feito viagens aos Estados Unidos para articular com deputados daquele país ataques contra o ministro Alexandre de Moraes, relator das investigações sobre a trama golpista. De acordo com o pedido, o filho de Bolsonaro comete crime de lesa-pátria por constranger o ministro e o Poder Judiciário brasileiro. Câmara aprova projeto que 'ressuscita' R$ 4,6 bi em emendas A Câmara aprovou hoje um projeto de lei que permite "ressuscitar" R$ 4,6 bilhões em investimentos que foram cancelados e deixaram obras paralisadas. O relatório do deputado Danilo Forte (União Brasil) autoriza o pagamento de "restos a pagar não processados" de 2019 a 2022, mas que estavam vigentes e foram cancelados no final do ano passado. Pela proposta, os valores poderão ser quitados até o final de 2026, mas ela não detalha a fonte dos recursos. A prorrogação é válida para construções com processo licitatório em andamento ou com convênios em fase de resolução com cláusula que permite a suspensão e o adiamento do contrato até que sejam cumpridas todas as exigências legais. Após a aprovação, o relator informou que, "para evitar eventuais questionamentos sobre mudança ou não de mérito, o texto voltará para o Senado para ser ratificado".