
Episódio
O Ministério da Educação anunciou neste sábado (7) a prorrogação das inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2025. Inicialmente programadas para encerrar na sexta-feira, dia 6 de junho, as inscrições agora podem ser feitas até o dia 13 de junho. Com isso, o pagamento da taxa de inscrição pode ser feito até o dia 18 de junho. Já os pedidos de tratamento por nome social e solicitações de atendimento especializado devem ser feitos até o dia 13 de junho, mesma data em que se encerram as inscrições. Os participantes que tiveram os pedidos de isenção da taxa de inscrição e as justificativas de ausência em 2024 aprovados pelo Inep precisam se inscrever no exame. Os estudantes do 3º ano do ensino médio em escola pública, mesmo com a inscrição pré-preenchida automaticamente, precisam atualizar os dados solicitados e confirmar a inscrição para garantir a participação nesta edição. Esses candidatos não pagarão a taxa de inscrição. A medida pretende estimular a participação desse público no Enem e facilitar o processo de inscrição. EUA e China se reúnem nesta segunda para tratar de acordo comercial Representantes dos Estados Unidos e da China têm uma reunião marcada nesta segunda-feira (9), em Londres, na Inglaterra, para discutir um novo acordo comercial e resolver a guerra comercial iniciada pelas tarifas de Donald Trump. O presidente americano anunciou a reunião na última sexta-feira. Ainda na quinta-feira (5), Trump declarou que as negociações entre os dois países seguem em andamento e estão em “boa forma”. Em busca de um meio-termo, os dois países firmaram um acordo temporário em 12 de maio, concordando em reduzir as tarifas por um período de 90 dias. O tratado foi assinado após um encontro entre as delegações em Genebra, na Suíça. A partir de 2027, brasileiros poderão escolher de quem comprar energia elétrica A partir de dezembro de 2027, todos os brasileiros vão poder escolher de quem comprar a própria energia elétrica. É o que determina a medida provisória nº 1.300, editada pelo Governo Federal para reformar o setor elétrico e abrir o mercado livre de energia para todos os consumidores. Hoje, apenas grandes empresas têm acesso ao chamado mercado livre, onde os preços são mais competitivos graças à livre negociação entre fornecedores. Para esse grupo, a conta de luz é bem mais barata. Segundo a Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), enquanto a tarifa no mercado tradicional subiu 177% desde 2010, o aumento no mercado livre foi de apenas 44%. A diferença acontece por vários motivos: no mercado regulado, o consumidor arca com custos como contratos de longo prazo, reservas obrigatórias de energia, decisões políticas e até riscos climáticos, como o risco hidrológico. Com a nova medida, a expectativa é de que a concorrência ajude a reduzir o preço final da energia também para residências e pequenos negócios, beneficiando milhões de brasileiro.