
Episódio
A participação histórica do Brasil no esqui alpino masculino dos Jogos de Inverno de Milão e Cortina, na Itália, chegou ao fim nesta segunda-feira (16), com as disputas do slalom. Ouro na versão "gigante", Lucas Pinheiro Braathen se desequilibrou e caiu na primeira das duas descidas que precisava fazer, o que o deixou fora da briga por medalha, assim como Christian Soevik. Único atleta do país a finalizar a prova, Giovanni Ongaro ficou na 27ª colocação, a melhor de um brasileiro nesta disciplina. Nesta quarta-feira (18), a partir das 6h (horário de Brasília), será a vez de o Brasil marcar presença no esqui alpino feminino. Mais jovem integrante da delegação verde e amarela em Milão-Cortina, a carioca Alice Padilha, de 18 anos, participa da prova do slalom. Manaus: helicóptero e sonares reforçam buscas por vítimas de naufrágio O Corpo de Bombeiros do Amazonas reforçou o efetivo e os equipamentos utilizados nas buscas por desaparecidos do naufrágio em Manaus. A lancha Lima de Abreu XV saiu da capital amazonense com destino a Nova Olinda do Norte na última sexta-feira (13) quando afundou, deixando dois mortos e sete desaparecidos. Por redes sociais, a corporação informou que um helicóptero, drones e sonares mais sofisticados, de varredura lateral e vertical, reforçam as ações dos bombeiros nas buscas pelos desaparecidos. Os equipamentos são fruto de uma parceria com o governo do estado de São Paulo. Ainda de acordo com a corporação, a base do corpo de bombeiros localizada no porto de Manaus também passa a ser utilizada como ponto de apoio para o atendimento a familiares de vítimas do naufrágio. O governo do Amazonas informou que a assistência inclui o trabalho de assistentes sociais e psicólogos. Tese da AGU obriga autor de feminicídio a ressarcir pensão do INSS Ações para responsabilizar financeiramente condenados por feminicídio por despesas com pensões por morte concedidas pelo INSS estão na mira da Advocacia-Geral da União (AGU). Os processos com essa finalidade ajuizados pelo órgão federal cresceram oito vezes nos últimos três anos: passaram de 12, em 2023, para 54 em 2024 e, no ano passado, chegaram a 100. São as chamadas ações regressivas por feminicídio.