
"O corpo abre espaço à interpretação e deixa um lugar misterioso. Acho que Bownd tem um bocadinho isso, tem um lugar abstrato: ao mesmo tempo, as pessoas conseguem definir algumas coisas e outras não conseguem." "Bownd centra a pesquisa em movimento provindo do universo de Boundaries (fronteiras do indivíduo). Own (do próprio), Bond (ligação), Bound (limite e salto) são palavras-chave num caminho para a construção dos limites do ser humano e para uma consciência e expressão mais clara sobre quem somos e quem não somos, descoberta apenas na relação com o outro." Mais em instavel.pt/bownd Entrevista conduzida por: Ana Figueira Perguntas: Catarina Serrazina Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas