
Na ausência de Ternura nasce de uma necessidade de materializar física e “performativamente”, a ideia de que duas vidas/dois seres completamente alheios podem partilhar momentos e vivências idênticos, proporcionando-lhes uma perceção/compreensão do outro, mais intuitiva e não tão óbvia, dado as conexões antipódicas que partilham. Mais em instavel.pt/na-ausencia-de-ternura Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas