
Neste episódio falamos sobre o conceito de “mãe suficientemente boa”, de Donald Winnicott, uma ideia que continua profundamente atual e libertadora para todos os pais. Refletimos sobre como não é a perfeição que constrói um vínculo seguro, mas sim a capacidade de estarmos presentes, de respondermos de forma sensível e, sobretudo, de repararmos a relação quando falhamos. Conversámos sobre como os inevitáveis desencontros na parentalidade não são um problema em si; o que realmente importa é a nossa disponibilidade para voltar, para reconhecer, para ajustar e para reconectar. Podes encontrar-nos no Instagram @claudia.martavares e @mbelmira.psicologa, ou enviar-nos um email para cenasdepais@gmail.com. Até ao próximo episódio!