Por isso, quis fazer o documentário sobre o calvário de Juliane, que acabou sendo chamado de Asas da Esperança. "Primeiro eu me recusei a participar", contou Juliane, "porque não sabia como isso me afetaria. Mas depois eu topei, achei que seria um passo importante para mim. Acabamos vendo os destroços - que ainda estavam lá! - e tudo isso me colocou cara a cara com minhas próprias lembranças. Foi uma espécie de terapia para mim."