Num mundo onde os discursos de exclusão e negação estão ressurgindo, sua mensagem permanece desconfortavelmente relevante: o verdadeiro perigo não é apenas esquecer o passado, mas permitir que o medo e a culpa nos transformem em nossos próprios carcereiros. Edith Eger não apenas sobreviveu a Auschwitz. Ela escolheu não continuar vivendo lá. E esse, talvez, seja seu legado mais precioso.