
Sabemos que é muito difícil em nosso País que jogadores de futebol encampem algum tipo de protesto. Em raras ocasiões, vemos importantes manifestações em temas sociais e identitários, por exemplo. Entretanto, no fim de semana de 9 e 10 de julho, os atletas das divisões nacionais taparam a boca para dizer algo: que não teriam sido ouvidos sobre as mudanças na nova Lei Pelé, que altera rescisões contratuais, pagamento de direitos de imagem, etc. Não é só porque “doeu no bolso” que a causa deixa de ser legítima. Mas e as outras causas? O que podemos fazer para contemplá-las?