
Somos feitos de memórias, de histórias, palavras que são nossas, mas também anteriores às nossas. São raízes sobre as quais nos tornamos aquilo que somos. As tradições que dão identidade aos coletivos estão em constantes crises, em constantes transições. As crises são fim de ciclos, mas também início de novos. O que queremos conservar do passado em nossos presentes. O que queremos para o futuro. Quais memórias falarão de nós?? De nosso tempo? Quais os horizontes para o após? Nos propomos a pensar um pouco sobre as raízes coloniais, violentas, racistas, escravocratas, patriarcais, extrativistas, buscando encontrar nela as origens que nos ajudam a compreender nossas violências cotidianas. Essas raízes expostas, nas quais continuamos tropeçando diariamente. Chega mais!!