Naquele dia de 1974, eu miúdo em Angola, não me aperceberia do que se passava na metrópole. Só no dia seguinte, a ouvir rádio, chegaria a notícia e uma música que o censor teimava em não deixar passar. Naquele dia, o censor ainda não tinha percebido que o seu trabalho acabara. Dedico esta edição de Lusofonia