
Episódio
Mercado Norte-Americano Recordes Históricos: O S&P 500 atingiu 7.400 pontos, o Nasdaq 26.000 e o Dow Jones 49.000. Setor de Tecnologia: Os ganhos estão concentrados em semicondutores (alta de 60-70% no ETF SOXX desde abril), impulsionados pela Inteligência Artificial. Divergência no Setor Financeiro: Enquanto analistas como Ed Yardeni veem o setor como "barato", outros, como Michael Burry, alertam para uma bolha e recomendam maior exposição em caixa. Expectativa de Dados: O grande evento do dia é a divulgação do CPI (inflação) nos EUA, que pode impactar a curva de juros e empresas de growth. Europa: Abertura em queda, com bancos e setores cíclicos sob pressão e menor esperança de um cessar-fogo no Oriente Médio, o que mantém o petróleo alto. Reino Unido: Instabilidade política com a possível saída de Keir Starmer, afetando os títulos públicos (Gilts). Ásia: Expectativa pela visita de Trump à China; na Coreia, o mercado reagiu mal à possibilidade de tributação sobre lucros de empresas de IA. Ibovespa: Acumula cinco semanas consecutivas de queda. Dólar: Cotado próximo a R$ 4,89, favorecido pelo carry trade (diferencial de juros) e pelo superávit comercial impulsionado pela alta do petróleo. Fluxo de Capital: A B3 registrou saldo negativo de R$ 15,8 bilhões nas últimas 15 sessões, sugerindo que investidores institucionais estão fazendo caixa. Petrobras: Apresentou resultado forte com receita de aproximadamente US$ 16 bilhões e lucro líquido de US$ 6 bilhões, apesar da queda de 7% nas ações na última semana. BTG Pactual: Resultados sólidos e consistentes, com captação líquida de R$ 83 bilhões no 1º trimestre, lucro líquido de R$ 4,8 bilhões (alta de 42%) e ROE ajustado de 26,6%.