
Episódio
Escalada de tensões entre os Estados Unidos e o Irã após um ataque a um helicóptero norte-americano. Donald Trump e Marco Rubio afirmaram que pretendem revidar o ataque. Apesar do conflito geopolítico, o mercado de petróleo segue relativamente estável, com o barril cotado na casa dos $92 a $94. Correção na Nasdaq: Queda de aproximadamente 4,63% nos últimos 5 dias, sinalizando uma rotação de capital do setor de tecnologia para ações de valor. Dow Jones: Segue estável ou subindo levemente, confirmando essa rotação de carteira. Liquidez para o IPO da SpaceX: A realização de lucros recente no mercado também é vista como um movimento para gerar liquidez para o IPO da SpaceX, marcado para a próxima sexta-feira, 12 de junho (Dia dos Namorados no Brasil). Há relatos de que até o capital especulativo de criptoativos está migrando para a SpaceX. Branding de Musk: Destaque para a habilidade de Elon Musk em construir uma forte marca pessoal e uma legião de fãs (tema de matéria no The Wall Street Journal), o que facilita a captação de recursos para a SpaceX e a xAI. Menção ao apoio de grandes aliados institucionais, como o bilionário Ron Baron (Baron Capital). Visão sobre IA: O palestrante continua muito otimista (bullish) com a tese de IA no longo prazo. No entanto, prefere alocações mais conservadoras no setor (com múltiplos mais razoáveis, preferindo Marvel e Broadcom em vez de Arm). Ele mantém posições em Nvidia, Microsoft, Broadcom e no setor de segurança cibernética. Análise da Nvidia: Concorda com a visão do megainvestidor Dan Loeb de que a Nvidia está barata devido ao seu forte backlog contratado para os próximos 3 anos. Nota, porém, uma pressão de mercado, já que muitas empresas tentam migrar do uso de GPUs de treinamento para chips de inferência mais baratos e eficientes. Gestão de Carteira: O palestrante comenta que sua carteira tem um beta alto (1,3 a 1,6 em relação à Nasdaq) e sofreu correções recentes, mesmo utilizando proteções (hedges) como put spreads. CPI dos EUA (Hoje): Principal evento do dia. A expectativa é de uma inflação oficial (headline) acima de 4% ou 4,2% devido à alta dos combustíveis. Isso tem pressionado os yields dos títulos americanos (30 anos a 5% e 10 anos a 4,5%), elevando o custo de capital global. Banco Central do Canadá: Decisão sobre a taxa de juros acontece hoje, com investidores (como o fundo Capitalo) apostando em corte de juros devido à desaceleração econômica local. Cenário na China: Dados mostram o pior cenário para os chineses: inflação alta ao produtor (comprimindo margens por causa dos combustíveis) e cenário deflacionário (inflação muito baixa) para o consumidor interno. Por outro lado, as exportações de semicondutores e produtos ligados à IA seguem fortíssimas. A bolsa brasileira é vista como pequena e devolveu praticamente todos os ganhos do ano. No Brasil, a estratégia recomendada pelo palestrante é focada em deep value (ações subavaliadas e com foco em dividendos). Para investimentos mais agressivos em tecnologia e crescimento (growth), o foco deve continuar nos EUA. O palestrante menciona que pretende gravar um vídeo sobre a disputa envolvendo os EUA e o Brasil em relação ao Pix. Ajuste de Conteúdo: O palestrante pretende mudar a capa de um vídeo sobre a SpaceX no YouTube para refletir melhor o conteúdo (que analisa a empresa e seu IPO, e não apenas o patrimônio de Musk). Live Temática (Hoje às 20h): Transmissão com a Dra. Feolaine (Juíza de Paz) e Clara Regis sobre a queda do número de casamentos e o aumento de divórcios no Brasil com base em dados do IBGE. A discussão abordará os impactos econômicos e sociais dessa mudança demográfica (como o fato de 20% dos lares brasileiros serem compostos por solteiros, afetando o planejamento imobiliário e as estratégias de varejo), além do comportamento da Geração Z em relação a relacionamentos.