A modernidade ensinou-nos a encarar o corpo como uma fronteira ou uma identidade fechada numa caixinha, isolada. Em contrapartida, proponho uma peregrinação de regresso ao corpo, que sempre foi um território sagrado, poroso, constantemente tecido e sonhado pelo mundo. Para começar a desfazer esta ilusão de separação, é necessário respirar, longa e profundamente, e repetir a respiração, sem pressa. Referências deste episódio: O Clima são muitos Corpos Corpo de deus — Corpo da Terra Corpos que Escutam A viagem de volta da corporação ao corpo Psique . Corpo . Terra A (isolada) mente-dédalo e o (relacional) corpo-labirinto