
Os Archeiros da Universidade de Coimbra são basicamente seguranças medievais reformados: já foram polícia a sério, hoje recebem turistas com alabardas e ar solene. O nome engana — de arqueiros não têm nada — mas a tradição ficou, como tantas outras coisas nesta casa. Depois passeamos pela José Ferreira Borges e Joaquim António Velez Barreiros, duas das artérias mais importantes da cidade atribuídas a dois ilustres… desconhecidos. Toponímia à base de “fez um favor, leva uma rua”. Vamos ainda perceber que a Páscoa é o novo Verão, na cidade onde nada de se passa. Fecha-se com o clássico caos identitário coimbrão — salatinas, chibatas e futricas — e um anúncio importante para toda a tripulação, “podem limitar-nos mas não nos calam!”