O principal papel da comunicação na ciência é informar, e para isso os cientistas devem ser diretos e concisos, adequando corretamente o uso de palavras técnicas, de forma a atingir o maior número de pessoas possível. A comunicação científica objetiva propagar informações por meio de resultados de pesquisas e publicações de artigos entre os pares científicos (pesquisadores/cientistas). Já a divulgação científica, ou popularização da ciência, objetiva difundir essas mesmas informações para a sociedade em geral. É um desafio enorme, sem dúvida, fazer com que a relevância do conhecimento científico seja compreendida pela sociedade. Muitos estudos seriam mais úteis para as pessoas caso fossem mais divulgados e tivessem um conteúdo de fácil compreensão, sem deturpação e vulgarização do conteúdo científico. A divulgação científica é essencial para o conhecimento e para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Na comunicação das informações científicas, o papel dos cientistas e dos divulgadores científicos, é o de socializar e tornar acessível o conhecimento a todas as pessoas, além de estimular o contato e o interesse público pelo desenvolvimento científico e tecnológico. [...] A divulgação cientifica pressupõe um processo de recodificação, isto é, a transposição de uma linguagem especializada para uma linguagem não especializada. Por que a comunicação na ciência é tão importante? A resposta é bem simples: não existe ciência sem comunicação! Ou o cientista divulga e discute seus resultados com seus pares ou a ciência não progride! Entretanto, embora seja simples não é fácil. Haja vista a dificuldade que muitos pós-graduandos, por exemplo, tem de escrever artigos científicos. Apesar da comunicação escrita ser apenas uma das habilidades exigidas de um cientista, ela é para muitos a mais preocupante e importante. Discussões sobre redação científica e outras formas de comunicação quase sempre são subjetivas e tratadas em disciplinas de metodologia científica ou filosofia da ciência. Mas as “regras” e “pulos-do-gato” quase nunca são ensinadas de maneira formal aos aspirantes a cientistas. [...] A comunicação em ciência deve ser apresentada com precisão de pensamento e economia de palavras. Uma comunicação científica sucinta e clara pode ser uma fórmula para lidar, por exemplo, com os negacionistas, um grupo de pessoas que nega a realidade dos fatos. Neste caso, os cientistas devem focar com os dados obtidos em fatos e com a ciência de forma consistente. Recomenda-se não desrespeitar a opinião das autoridades governamentais, mas manter sua própria integridade científica e responsabilidade para com a população. A comunicação depende dos cientistas e dos especialistas para fazer conhecer os fatos e poder interpretá-los para toda a população. A população espera que cientistas e autoridades divulguem recomendações e diretrizes. A comunicação, deve ser apresentada com precisão de pensamento e economia de palavras. Isto é, saber qual é a sua população-alvo e dizê-la de forma concisa e clara. Tendências anticientíficas não duram muito tempo porque a verdade sempre vem à tona e vence. Fontes (textos/créditos): https://posgraduando.com/por-que-a-comunicacao-na-ciencia-e-tao-importante/ https://ilhadoconhecimento.com.br/voce-sabe-como-funciona-a-comunicacao-cientifica/ https://faro.edu.br/blog/entenda-a-importancia-da-divulgacao-cientifica-para-sua-formacao/ Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=pblCSOzzGhM Tomaso Albinoni Oboe & Violin Concerto. Classical Tunes | Música Clássica Para Todos. Imagem (créditos): https://ilhadoconhecimento.com.br/voce-sabe-como-funciona-a-comunicacao-cientifica/