
E se todo mundo conseguisse ver as marcas que você carrega por dentro… ainda assim te julgariam tão rápido? Nesse vídeo, eu conto uma cena que vivi na Praça do Ferreira, em Fortaleza. Um rapaz simples, sentado com um caderno na mão, escrevendo. Muita gente passava e olhava com julgamento. Mas o que me marcou foram as cicatrizes no braço dele. Ali eu entendi, de um jeito muito direto, que tem dores que ficam escondidas… e outras que a vida acaba deixando aparecer. Quantas vezes a gente trata alguém com pressa, rispidez, falta de paciência, sem fazer ideia do que aquela pessoa está enfrentando? Às vezes, uma palavra atravessada vira o empurrão que faltava pra alguém que já está no limite.