
Elis Regina se sensibiliza com a africanidade do ativismo estético dos Violões de Rua do CPC da UNE, precisamente, com os protagonistas Vinícius de Moares, Carlinhos lira e Chico de Assis, que foram verdadeiros hermeneutas, do marxismo cultural, pois eles propugnavam por uma revolução da orixalidade afro-brasileira, como uma forma de dizer não para a exploração da eurocidentalidade burguesa.