
21ª pregação catequética em uma série de sermões na Confissão Belga. Sermão expondo o artigo 18 da Confissão Belga. Sermão pregado pelo pastor Elienai Batista no culto vespertino do 26 de julho de 2026 na Igreja Reformada de Campinas. campinas.igrejareformada.org ARTIGO 18 — A encarnação do Filho de Deus Confessamos, portanto, que Deus cumpriu a promessa que fizera aos patriarcas pela boca de seus santos profetas quando, no tempo determinado por ele, enviou seu próprio Filho unigênito e eterno ao mundo, que assumiu a forma de servo e nasceu à semelhança de homem (Fp 2.7). Ele verdadeiramente assumiu a natureza humana verdadeira com todas as suas fraquezas, sem pecado, pois foi concebido no ventre da bendita virgem Maria pelo poder do Espírito Santo e não pela ação do homem. Para que fosse verdadeiramente homem, ele não apenas assumiu a natureza humana quanto ao corpo, mas também uma alma humana verdadeira. Pois, assim como o corpo e a alma estavam perdidos, foi necessário que ele assumisse ambos para salvá-los. Por isso, confessamos (contra a heresia dos Anabatistas que negam que Cristo assumiu a natureza carnal da sua mãe) que Cristo partilhou da carne e do sangue dos filhos (Hb 2.14). Ele é da descendência de Davi (At 2.30); nascido da descendência de Davi segundo a carne (Rm 1.3); fruto do ventre da virgem Maria (Lc 1.42); nascido de mulher (Gl 4.4); um renovo de Davi (Jr 33.15); rebento do tronco de Jessé (Is 11.1); procedente da tribo de Judá (Hb 7.14); descendente dos judeus segundo a carne (Rm 9.5); da semente de Abraão (Gl 3.16), pois o Filho estava ligado à descendência de Abraão. Portanto, ele tinha de ser igual aos seus irmãos em todos os aspectos, contudo, sem pecado (Hb 2.16,17; 4.15). Assim ele é verdadeiramente o nosso Emanuel, isto é, Deus conosco (Mt 1.23). HEBREUS 7 ²⁶ Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus, ²⁷ que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isto uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu. ²⁸ Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens sujeitos à fraqueza, mas a palavra do juramento, que foi posterior à lei, constitui o Filho, perfeito para sempre.