
O que fica de tudo aquilo que vivemos? Nem sempre uma experiência termina quando ela acaba. Algumas deixam marcas, outras deixam aprendizados, recursos, memórias, saudades, medos ou novas formas de olhar para a vida. Neste episódio do Insight Psicologias, encerramos agosto refletindo sobre aquilo que as experiências deixam em nós. A partir de conceitos da Gestalt-terapia, conversamos sobre o fundo de vividos, sobre como experiências passadas podem participar da maneira como nos relacionamos com o presente e sobre a possibilidade de atualizar formas antigas de nos tratar. Falamos também sobre trauma, autossuporte, psicoterapia, singularidade e a importância de não transformar toda dificuldade em trauma. Afinal, experiências difíceis podem deixar marcas, mas também podem nos ajudar a desenvolver recursos para a vida. Passamos ainda pelas pessoas que fizeram parte da nossa história, pela saudade, pelo luto e por aquilo que permanece mesmo quando alguém parte. E, talvez, chegamos a uma das principais reflexões do episódio: nem tudo que não deu certo foi tempo perdido. Porque até os começos imperfeitos, as pausas e os caminhos interrompidos podem deixar alguma coisa. (Acompanhe o @InsightPsicologias, no Instagram, e não perca as novidades!)