
A maior parte dos sócios só percebe que precisava de um acordo parassocial quando já é tarde demais para o assinar em paz. E aí já não é um acordo, é uma negociação de saída com advogados de ambos os lados. Neste episódio do 100 Cláusulas, Diana e Nuno Ramos Correia, advogados, falam sobre o que significa, na prática, blindar uma sociedade. Sem convidado desta vez: são só os dois, a descomplicar os documentos que a maioria dos empresários assina uma vez e nunca mais revê. O pacto social, o acordo parassocial e os sete pontos que continuam a passar ao lado de quem está a construir um negócio. Neste episódio vais descobrir: porque é que o pacto social não devia ser um documento esquecido na gaveta, mas algo revisto sempre que a empresa muda de fase os cinco pilares que um bom acordo parassocial devia cobrir, da governance aos mecanismos de desbloqueio quando os sócios não se entendem porque misturar vários negócios dentro da mesma empresa pode arrastar todos eles quando um corre mal o que acontece a uma marca que nunca foi registada, mesmo que já exista há dez anos porque um contrato feito por WhatsApp não protege ninguém, por mais mensagens que troquemSe pudesses obrigar todos os sócios em Portugal a assinar um único documento amanhã de manhã, sabias dizer qual seria e porquê? Saiba mais sobre Diana e Nuno Ramos Correia em https://ramoscorreia.com