
Maria Margarida Teixeira diz ter levado 30 anos a escrever o livro «O que quero dizer ao morrer». Ali encontramos histórias de acompanhamento na morte, a morte natural, não escondida como diz. Nem por isso mais fácil, mas mais serena e acompanhada. A oncologista explica que é necessário falar sobre a morte, que os médicos precisam de ter aulas de empatia para investir na relação com os pacientes e não ter medo de fracassar, apesar de preparados para salvar vidas. No livro «O que quero dizer ao morrer», Maria Margarida Teixeira homenageia mortes que acompanhou numa publicação que não é técnica mas antes um livro humano, escrito por uma médica oncologista.