
Quais os cruzamentos possíveis entre autocuidado, políticas públicas e práticas afetivo-sexuais entre mulheres? Hoje eu, Alana Ávila, converso com a antropóloga Jainara Gomes de Oliveira para pensar possíveis respostas para essa pergunta. || Alana Aragão Ávila, Doutoranda e mestre em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina e graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará. Pesquisadora vinculada ao Coletivo de Estudos em Ambientes, Percepções e Práticas (CANOA/UFSC). Pesquisa temas relacionados a neoliberalismo, políticas públicas, gênero, maternidade e saúde coletiva. E-mail: alanaavila01@yahoo.com.br IG: @_alanaavila || Jainara Gomes de Oliveira - Doutora em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina (PPGAS/UFSC), mestre em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal da Paraíba (PPGA/UFPB) e bacharel em Ciências Sociais pelo Instituto de Ciências Sociais da Universidade Federal de Alagoas (ICS/UFAL). Pesquisadora colaboradora do TRANSES (Núcleo de Antropologia do Contemporâneo) da UFSC. Autora de artigos, resenhas, entrevistas, traduções, capítulo de livro e do livro Prazer e risco nas práticas homoeróticas entre mulheres (2016), e coorganizadora, entre outros, dos dossiês "Razão neoliberal e processos de subjetivação em perspectivas socioantropológicas", de 2020; "Neoliberalismo, neoconservadorismo e crise em perspectivas culturais, políticas e sociais (a ser publicado pela revista Minima Moralia), e das coletâneas "Saúde e políticas da vida"; "Violência e políticas da vida e da morte", ambos a serem publicados este ano pela editora seriguela. E-mail: gomes.jainara@gmail.com Artigo completo disponível no número 11: https://grem-grei.org/numeros-completos-socurbs/